ROAS por SKU. Carrinho abandonado recuperado. Tudo conectado.
E-commerce brasileiro com 50-5.000 pedidos/mês: a plataforma conecta seu checkout ao Meta + WhatsApp + e-mail e mostra qual produto cada anúncio vende — não só quanta receita total.
Tem um número que todo dono de e-commerce vê e, no fundo, sabe que é mentira: o ROAS bonito do Gerenciador de Anúncios. O Meta jura que sua campanha rodou 6,2x. Aí você abre a Shopify, abre a VTEX, abre o painel da Nuvemshop, e a receita real da semana é metade do que o painel do Facebook prometeu. Honestamente, isso acontece porque o Meta atribui a si mesmo todo clique que tocou no funil — inclusive o cara que ia comprar de qualquer jeito porque já te seguia há seis meses. E porque o pixel do navegador, depois do iOS 14.5 e da febre de ad-blocker, perde entre 15% e 40% dos eventos de compra dependendo do seu público.
AdSales·Hub pra e-commerce existe pra fechar essa distância entre o painel do Meta e o que de fato entrou no caixa. Não é mais um relatório. É uma camada que pega o evento de compra direto do seu checkout — Shopify, VTEX, Nuvemshop, Woocommerce, Magento — manda server-side via Conversions API com valor real, ID do pedido, SKU comprado e content category. O Meta passa a otimizar campanha em cima de receita que aconteceu, não em cima de pixel que disparou. Em 30-45 dias o algoritmo recalibra e o ROAS reportado começa a bater com o financeiro. Quem nunca rodou CAPI bem feito costuma ver oscilação grande nas duas primeiras semanas — é o algoritmo reaprendendo, e isso é normal.
O que muda no e-commerce quando o servidor passa a falar com o Meta
Três coisas mudam, e cada uma sozinha já paga a assinatura. A primeira é a Conversions API server-side: o evento de Purchase sai do seu servidor com hash de e-mail, telefone, IP e user agent, e chega íntegro no Meta mesmo se o usuário tiver bloqueador. Recuperação típica de eventos: 18-35% acima do que o pixel sozinho enxerga. Isso significa que campanhas que pareciam mortas voltam a aparecer no relatório como rentáveis, e campanhas que pareciam ótimas se revelam canibalizando vendas orgânicas.
A segunda é atribuição por SKU. O painel do Meta te diz que a campanha A vendeu R$ 38 mil. Bonito. Mas a campanha A vendeu o quê? Camiseta de R$ 89 com 32% de margem? Tênis de R$ 459 com 12% de margem? Kit promocional do estoque parado? Sem essa decomposição, você está investindo no escuro. AdSales·Hub puxa o line item de cada pedido e amarra ao ad_id que originou a venda. Em duas semanas você descobre que campanha de carrossel rende margem alta, campanha de coleção liquida estoque, e que aquela criativo que parecia campeão estava vendendo só o produto isca de R$ 19,90.
A terceira é recuperação de carrinho omnichannel. O Add to Cart entra, dispara um timer. Trinta minutos sem Purchase: WhatsApp com link do carrinho montado e foto do produto. Duas horas: e-mail com prova social. Vinte e quatro horas: SMS curto, sem link encurtado, com cupom de 5%. Cadência testada com centenas de lojas e ajustada pra não queimar lista. Recuperação típica de 12% a 25% dos abandonos, dependendo de ticket médio e categoria. O que ninguém te conta de e-commerce é que a maioria dos carrinhos abandonados não é desistência — é distração. A pessoa estava no transporte público, o ônibus parou, fechou a aba. WhatsApp em 30 minutos pega ela ainda quente.
Integrações nativas com as plataformas brasileiras
A integração não exige plugin pago, dev externo nem migração de checkout. Cada plataforma tem um caminho próprio e a gente já mapeou os atritos. Shopify aceita webhook nativo de orders/create e orders/paid. VTEX exige autenticação via App Key/Token e expõe Master Data pra puxar histórico. Nuvemshop tem webhook oficial mas com limite de retry — a gente recompõe via polling se o evento perder. Woocommerce vai por plugin REST oficial. Magento 2 por REST customizado, e aqui o tempo de setup é maior, honestamente.
| Plataforma | Conexão | Eventos capturados | Tempo de setup |
|---|---|---|---|
| Shopify | Webhook nativo + Admin API | Purchase, AddToCart, ViewContent, Refund | 10 minutos |
| VTEX | App Key + Master Data API | Pedido criado, faturado, cancelado, devolvido | 30 minutos |
| Nuvemshop | Webhooks oficiais + polling backup | Order created, paid, cancelled, fulfilled | 15 minutos |
| Woocommerce | Plugin REST + WC Webhooks | Order, cart, product view, refund | 20 minutos |
| Magento 2 | REST API customizada | Eventos custom via observer | 2-3 horas |
Casos reais que já rodaram dentro da plataforma
Loja de moda feminina, 800 pedidos por mês, ticket médio de R$ 187. O dono jurava que o carro-chefe era a linha de vestidos. Quando ligamos atribuição por SKU e olhamos 60 dias, descobrimos que 22% do faturamento vinha de três SKUs específicos — duas blusas básicas e uma calça wide leg que ninguém promovia ativamente. A campanha de vestido tinha ROAS de 2,4. Os três SKUs escondidos rodavam orgânico com ROAS implícito acima de 7. Concentramos R$ 8 mil de mídia nesses três produtos, com criativo dedicado, e em 45 dias o ROAS médio da conta subiu de 3,1 pra 4,8. O segredo não foi mídia, foi parar de investir no produto errado.
Loja de suplementos esportivos, ticket médio R$ 240, taxa de abandono de carrinho de 73% (normal pra categoria). Antes de ligar a recuperação omnichannel, eles tinham só um e-mail enviado em 4 horas, com taxa de recuperação de 4%. Ligamos a sequência completa: WhatsApp em 30 minutos com foto do produto e link clicável, e-mail em 2 horas com prova social de outros clientes da mesma cidade, SMS em 24 horas com cupom de R$ 15. Recuperação saltou pra 19% no segundo mês estabilizado. Em valor absoluto, R$ 14 mil por mês que ia direto pro lixo voltou pro caixa. O custo da plataforma se pagou em onze dias.
Pet shop online, foco em ração e medicamento de uso contínuo. O problema deles não era aquisição — era manter o cliente ativo. A maioria comprava ração uma vez, sumia, e voltava três meses depois quando lembrava. Programamos uma régua que cruza data da última compra com peso médio do animal e estimativa de consumo: 7 dias antes do fim provável do produto, dispara WhatsApp ofertando recompra com link um-clique. Churn caiu 38% em quatro meses. Esse é um caso clássico de cohort: você só consegue fazer essa régua se sabe quem comprou o quê e quando — sem isso, é tiro no escuro.
Pós-compra: o jogo invisível que decide LTV
A indústria inteira fala de CAC. Quase ninguém fala do que acontece nos 90 dias depois que o cliente compra. Que é justamente onde o e-commerce médio brasileiro perde dinheiro. O cliente recebe o produto, fica feliz, esquece de você, e o próximo CAC pra trazer ele de volta é três vezes maior do que o de manter ele engajado.
A sequência pós-compra do AdSales·Hub é montada em três toques calibrados. Em D+3, NPS curto com uma pergunta só, via WhatsApp, com o nome do produto comprado no texto. Resposta abre uma régua: nota 9-10 vai pra fluxo de pedido de review na plataforma; nota 0-6 vai pra atendimento humano antes de virar reclamação no Reclame Aqui. Em D+14, cross-sell baseado no que ele comprou — não algoritmo genérico, regra editável que o lojista define ("quem comprou ração, recebe oferta de petisco; quem comprou tênis, recebe meia esportiva"). Em D+60, recompra com cupom decrescente: começa em 12%, cai pra 8%, depois pra 5% se a pessoa não engajar.
Detalhe que parece bobo mas muda número: a gente não dispara nenhum desses se a pessoa entrou em contato no atendimento por reclamação nos últimos 7 dias. Nada queima base mais rápido que oferta promocional pra quem está reclamando que o produto chegou quebrado.
Cohort analysis que separa lojista amador de operação profissional
Cohort não é coisa de SaaS, embora tenha virado moda lá. Cohort em e-commerce é o relatório mais subutilizado do mercado. A pergunta que todo dono de loja deveria fazer toda segunda de manhã é: dos clientes que entraram em janeiro vindos do Meta, quantos voltaram a comprar até hoje, qual ticket médio na recompra, e quanto isso difere dos clientes que entraram pelo Google ou orgânico?
A resposta muda tudo. Se cliente vindo do Meta tem LTV de R$ 340 e cliente vindo do Google tem LTV de R$ 580, você está pagando CAC errado nos dois canais — pode investir mais no Google e ainda assim ter retorno melhor que o Meta no terceiro mês. Sem cohort, ninguém vê isso. Você fica olhando ROAS da semana e acha que o Meta está melhor porque o pixel está mais agressivo.
AdSales·Hub gera cohort por mês de aquisição cruzado com canal de origem, mostrando taxa de recompra em 30/60/90/180 dias e LTV acumulado. O painel não é genérico — ele te diz, em linguagem direta: "clientes que entraram em fevereiro pela campanha X tiveram LTV 47% maior que a média; vale escalar criativo similar". É a diferença entre rodar e-commerce no instinto e rodar sabendo o que está fazendo.
Perguntas frequentes
Conecta com Shopify, VTEX, Nuvemshop?
Sim, via API REST + webhooks. Eventos de compra, carrinho abandonado e visualização de produto entram automaticamente no funil. Plano Crescimento já inclui.
Tem recuperação de carrinho abandonado?
Sim. Quando o evento Add to Cart sem Purchase chega no AdSales·Hub, dispara sequência: WhatsApp em 30min + e-mail em 2h + SMS em 24h. Recuperação típica 12-25%.
Funciona com Meta Conversions API?
Sim, server-side. Eventos de Purchase com valor real e ID do pedido enviados via API, contornando bloqueios de iOS 14+ e ad-blockers.
Diferencia receita bruta de receita líquida com frete e cupom?
Sim. O evento de Purchase enviado pra Meta carrega valor líquido (subtotal menos cupom), e o painel interno separa frete, imposto e desconto. Você decide qual número entra no cálculo de ROAS — a maioria dos lojistas usa receita líquida porque é o que de fato entra no caixa.
Funciona pra loja com 50 pedidos/mês ou só pra operação grande?
Funciona dos dois lados. Abaixo de 100 pedidos/mês o ganho maior é organizar atribuição e recuperar carrinho — coisas que normalmente ninguém faz porque dá trabalho. Acima de 500 pedidos/mês o ganho vira cohort, atribuição por SKU e otimização de mídia em escala.
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